Servidores de Campo do Brito e mais 14 municípios fazem manifestação em frente ao TCE

Notícias | 23/09/2014 16h26

Servidores de 15 municípios realizaram uma manifestação, na manhã desta terça-feira (23), em frente ao Tribunal de Contas do Estado, em Aracaju. Eles reclamam do atraso no pagamento de salários e cobram uma posição mais atuante do tribunal.

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(Foto: Daniel Soares / G1)

Participaram do ato servidores públicos dos municípios de São Cristovão, Umbaúba, Campo do Brito, Porto da Folha, Graccho Cardoso, Pacatuba, Cristinápolis, Neópolis, Aquidabã, Propriá, Ilha das Flores, Pedrinhas, Gararu, Boquim e Riachão do Dantas.

São servidores de várias funções que estão com salários e gratificações atrasadas – algumas desde o ano passado. “Eles dizem que tem o desejo de pagar. Mas desejo não faz feira e nem enche barriga. Tem prefeito que não pagou até agora o salário do mês passado”, reclama o professor Jonas Vidal. Funcionários das Prefeituras de Boquim e Riachão do Dantas, ele sofre duplamente com o atraso nos pagamentos.

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O ato contou com o apoio de entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (SINTESE). “Viemos aqui para cobrar que o Tribunal de Contas tome uma posição diante do absurdo que está acontecendo. Tem salário do ano passado que não foi pago até agora”, denuncia Professor Dudu, presidente da CUT.

Uma comissão formada por sindicalistas e funcionários das prefeituras foi recebida pelo conselheiro Carlos Pinna, presidente do TCE. Eles expuseram a situação grave em que se encontram os trabalhadores dessas cidades e cobraram uma posição mais enérgica do tribunal em relação às prefeituras.

“É importante entender que o salário é uma questão fundamental para esses funcionários. Queremos uma fiscalização maior por parte do Tribunal de Contas. Também acionaremos o Ministério Público e o Tribunal de Justiça para que se resolvam essas pendências”, garantiu Ângela Melo, presidente do Sintese.

O presidente do TCE disse que já vinha acompanhando a situação dos servidores e prometeu tomar uma atitude. “Estamos muito sensibilizados com essa situação. A partir de agora, seremos mais específicos. Vamos analisar a situação de imediato e em 30 dias teremos um resultado”, prometeu Carlos Pinna.

Fonte: G1 SE
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