Apenas seis prefeituras e uma câmara receberam nota 10 em transparência de acordo com o TCE/SE

Sergipe | 08/12/2017 18h52

Para o conselheiro Clóvis Barbosa de Melo, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), a corrupção deve ser combatida com transparência nas ações do poder público e incentivo ao controle social. Com essa perspectiva, a Corte de Contas tem empreendido uma série de ações de fomento e controle da transparência junto às prefeituras e câmaras municipais, cujo resultado final foi apresentado pelo conselheiro na manhã desta quinta-feira, 7, no auditório do órgão, em meio ao Seminário “Todos Contra a Corrupção”.

Os dados disponibilizados retratam a avaliação feita pela Diretoria de Controle Externo de Obras e Serviços (Dceos), entre os dias 01/10 e 28/11, junto aos portais das Prefeituras e Câmaras. Segundo o levantamento, que segue a diretriz da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), obtiveram a nota máxima (10) apenas as prefeituras de Frei Paulo, Rosário do Catete, São Cristóvão, Barra dos Coqueiros, Brejo Grande e Simão Dias, além da Câmara Municipal de Pinhão.

Como forma de reconhecimento, o presidente do Tribunal entregou aos seus gestores uma placa em alusão ao feito. “Após iniciarmos esse trabalho verificamos um aumento significativo na média geral de transparência dos municípios, o que demonstra claramente o sucesso das ações desenvolvidas pelo TCE para melhoria do nível de transparência na administração pública”, comentou Clóvis Barbosa.

Os números apresentados pelo conselheiro-presidente apontam uma média geral de 8,8 na transparência das prefeituras sergipanas. Ao todo, 53 alcançaram o nível excelente de transparência, enquanto 21 prefeituras estão no nível satisfatório e apenas uma prefeitura não atende o mínimo de 50% dos itens da métrica Enccla.

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Entre as Câmaras, a média geral de transparência foi de 6,91, com 33 delas alcançando o nível de excelência, 38 o nível satisfatório, três no insatisfatório e apenas uma manteve o nível de transparência inexistente.

Com informações do TCE/SE

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