Mulher é presa transportando 106 kg de maconha em ônibus interestadual

Policial | 01/11/2017 18h24

Na manhã desta quarta-feira (1º), uma operação de fiscalização à ônibus, realizada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc), com o apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), resultou na prisão de uma mulher de 29 anos, e na apreensão de 106 kg de maconha. A ação aconteceu na BR-101 em Cristinápolis, e a droga era transportada em um ônibus que vinha de São Paulo para a capital sergipana.

Foto: SSP/SE

De acordo com o diretor do Denarc, delegado Osvaldo Resende, as equipes realizavam abordagens a ônibus que trafegavam pela rodovia. Durante a parada de um veículo que vinha de São Paulo para Aracaju, uma das passageiras disse que não estava com a documentação e se identificou com um nome falso. Ao averiguar as malas que estavam em nome dela, foram encontrados os entorpecentes.

“Durante essa fiscalização, conseguimos identificar uma passageira que deu o nome falso. Uma passageira que já foi presa por nossa equipe em duas outras oportunidades, que estava viajando sem documentos e que estava transportando 106 kg de maconha”, detalhou.

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Ainda de acordo com o delegado, em depoimento, ela apenas confirmou o verdadeiro nome, disse que estava em liberdade há quatro meses e que aceitou transportar os entorpecentes pois estava precisando de dinheiro. Quando questionada sobre quem era o dono das drogas, falou apenas que não poderia revelar pois temia pela própria vida, caso denunciasse a pessoa a quem seria entregue o material.

O delegado explica que essa é a terceira passagem dela pelo mesmo tipo de delito no território sergipano. Osvaldo Resende destaca também que o trabalho em conjunto entre o Denarc e a Dipol possibilitou a rápida identificação da suspeita e a apreensão dos entorpecentes.

“Foi possível graças a essa parceria com a Divisão de Inteligência, no sentido de ver uma pessoa que está nervosa. Pedir o documento e a pessoa dizer que não o tem. Fazer a checagem da ficha e já descobrir por foto quem é essa pessoa e checar os bancos de dados e ver que essa pessoa já foi presa com drogas em outras duas oportunidades”, esclareceu.

Com informações da SSP/SE

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