Brigada Itinerante do Estado visitará Campo do Brito no mês de maio

Campo do Brito | 02/05/2016 18h19

A Brigada Itinerante Estadual, gerenciada da pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), cada vez mais intensifica os trabalhos contra o mosquito Aedes aegypti. No mês de maio, mais 12 municípios receberão os agentes de endemias da Funesa. Lagarto e Itabaiana estão na agenda do mês.

De acordo com a Coordenação de Promoção e Prevenção à Saúde (COPPS), a agenda definida pela SES engloba, também, os municípios de Areia Branca, Pinhão, Itabaianinha, Campo do Brito, Cedro de São João, Carmópolis, Neópolis, Macambira, Poço Verde e Barra dos Coqueiros.

O diretor-geral da Funesa, Adriel Alcântara, disse que o trabalho desenvolvido pelos agentes de endemias em todo o estado está sendo muito elogiado nos municípios. “É muito grande e significativo o suporte que o Governo de Sergipe dá aos municípios, o que está sendo essencial para o combate ao Aedes aegypti. Com certeza, sem a força-tarefa, criada exclusivamente para isso, poderíamos estar vivendo um quadro pior no estado”, disse.

Para o mês de junho, a COPPS confirmou, a partir das informações da Vigilância Epidemiológica, que a agenda será traçada com base nos resultados do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), que saem em maio.

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“Na segunda semana de maio vamos receber os resultados do LIRAa que os municípios estarão realizando. Ele é importante porque permite que Estado entre com a parceria com as prefeituras para ajudar os municípios no combate ao mosquito, priorizando aqueles com alto e médio risco de infestação”, explicou Liliane Trindade, coordenadora de Promoção e Prevenção à Saúde da Funesa.

Segundo Sidney Sá, gerente do Núcleo de Endemias da SES, as programações nas escolas estaduais e municipais também continuam com o grupo da Brigada Itinerante e, agora, uma parceria foi montada com um grupo de teatro. “O vírus é novo e isso torna a população mais suscetível. Toda vez que temos um novo vírus circulando a tendência é ter um aumento do número de casos porque a população está vulnerável a contrair a doença. Já conhecemos o vetor. Temos que ficar atentos e continuar cuidando dos reservatórios, depósitos de água e possíveis criadouros do mosquito. O trabalho precisa ser constante”, alertou.

ASN

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